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Tuga perdeu 500 usuários/dia, diz diretor

Tuga perdeu 500 usuários/dia, diz diretor

Eduardo Vicente Nasser Neto falou aos vereadores sobre os problemas envolvendo a empresa

 

O diretor presidente da empresa Tuga de transportes coletivos urbanos em São José do Rio Pardo, Eduardo Vicente Nasser Neto, recebeu os vereadores da Câmara Municipal na terça-feira, 19 de junho, para prestar esclarecimentos sobre o que anda acontecendo com os horários do Circular na cidade. Usou a tribuna para falar sobre isso e respondeu aos questionamentos dos vereadores.

Logo após ele concedeu entrevista ao locutor e vereador Luis Henrique Artioli Tobias. “Peço desculpas se houve algum transtorno recentemente, mas também estou preocupado com a perda de passageiros, a demanda que caiu. E também estamos discutindo a possibilidade da gente melhorar o atendimento, principalmente na região do Vale, que é uma prioridade nossa”, afirmou Eduardo Nasser.

Luis Henrique lembrou-o de que, na semana passada, houve postagens nas redes sociais mostrando ônibus superlotados, muitas reclamações dos passageiros, falta de informações da empresa quanto aos horários disponíveis aos usuários, etc. O diretor confirmou que isso aconteceu porque de fato foram suprimidos alguns horários e, segundo ele, decorrentes da falta de passageiros. “Nós perdemos muitos passageiros, a crise econômica está afetando todos nós, infelizmente. Gostaria que voltássemos a ter o número de passageiros que sempre tivemos e, quando isso acontecer, eu volto normalmente a linha. Estou aqui para transportar mais gente, não para cortar horário”, assegurou.

No Cassucci

Ele explicou que o horário extinto foi o do bairro Carlos Cassucci. No entanto, um horário para o Eduardo Cassucci passou a fazer também o bairro Carlos Cassucci e o diretor acha que “agora está tudo bem”. Aos vereadores, durante seu pronunciamento, o diretor afirmou que neste primeiro semestre de 2018 a queda de passageiros em geral foi de 20%, correspondendo a 500 passageiros por dia, segundo cálculos da Tuga. Isso equivale a 15.000 pessoas a menos por mês.

“É muita coisa em perdas de usuários e, para que a gente possa, amanhã ou depois, não ter uma tarifa não tão mais cara, ou que piore, a gente tem que fazer esses equilíbrios para diminuir um pouco esses custos”, prosseguiu Eduardo Nasser.

Ainda durante a entrevista, ele afirmou que muitas empresas ainda não observam a lei que determina o vale transporte aos seus funcionários. Reiterou que isso é lei e não um benefício aos empregados, como cesta básica por exemplo, e conclamou aos que dependem de transporte público para trabalhar que vindiquem isso nas empresas nas quais atuam.

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