segunda-feira , 12 abril 2021
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Caconde, Casa Branca e Divinolândia vão receber casas populares da CDHU

Secretaria da Habitação anuncia 643 casas nesta região; São José do Rio Pardo não está incluída

A Secretaria de Estado da Habitação promoveu na última segunda-feira, 22 de março, reunião com prefeitos e representantes municipais para tratar da construção de 73 novos empreendimentos, em 72 cidades paulistas. Ao todo são 6.600 moradias do Programa Nossa Casa – CDHU, que serão edificadas em um novo formato. Na região de Campinas serão construídas 643 unidades em oito municípios.

O encontro ocorreu de forma virtual, com a participação do secretário de Estado da Habitação, Flavio Amary; do presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), Reinaldo Iapequino; e de diretores da Companhia.

Os municípios contemplados na região de Campinas são: Caconde (33 unidades habitacionais), Casa Branca (189), Charqueada (40), Corumbataí (46), Divinolândia (80), Itapira (41), Joanópolis (135) e Piracaia (79). Todos eles doaram terrenos à CDHU para viabilizar as moradias.

O secretário Flavio Amary explicou aos prefeitos que a mudança no formato vai conferir mais agilidade nas obras. A previsão anterior era de que a Caixa Econômica Federal seria responsável pela construção e pelo financiamento das casas. Para que a produção dos empreendimentos seja feita de forma mais rápida, a CDHU assumirá a construção, que será executada em duas etapas.

Na primeira fase, será realizada a urbanização dos lotes com pavimentação e implantação de água e esgoto e outros itens. Na sequência será feita a edificação das unidades habitacionais.

“Mudamos o modelo de atendimento habitacional. Inovamos o processo com o objetivo de acelerar a implantação dos novos imóveis. A grande novidade é que primeiro urbanizaremos as glebas apresentadas pelos municípios para, na sequência, promover a edificação das casas. Foi um árduo trabalho onde buscamos alternativas para conseguir viabilizar essas novas moradias e estamos muito confiantes de que o projeto terá êxito”, disse o secretário.

Novo formato

O presidente Iapequino também falou do novo quadro e da nova forma de atuação da Companhia. “Este novo formato vai ser mais rápido para implantação dos projetos. É uma novidade, que terá um prazo curto para execução das obras. A expectativa é que no máximo em seis meses devemos estar com os lotes implantados. É uma experiência que antecipa investimentos nesse momento tão complicado, por isso buscamos uma estratégia de atuação mais ágil, inclusive as moradias já foram sorteadas. Agora é só dar andamento no trabalho para garantir as obras”, disse o presidente da CDHU.

As casas terão dois dormitórios, sala, cozinha, banheiro e lavanderia. O projeto dos imóveis incorpora as melhorias estabelecidas como diretrizes de qualidade pela Companhia, como pisos cerâmicos com rodapé e laje de concreto em todos os cômodos, azulejos nas paredes hidráulicas, estrutura metálica nos telhados e sistema gerador de energia fotovoltaica. Os sorteios para a seleção das famílias já foram realizados e serão mantidos para esta nova modalidade. O financiamento dos imóveis seguirá os critérios da CDHU e as novas diretrizes da Política Habitacional do Estado, que preveem juros zero para famílias com renda mensal de até cinco salários mínimos. Assim, as famílias pagarão praticamente o mesmo valor ao longo dos trinta anos de contrato, que sofrerá apenas a correção monetária calculada pelo IPCA, o índice oficial do IBGE.

Vereador esteve na CDHU para interceder pelos moradores do bairro Dionísio Guedes

Como o jornal já havia divulgado em sua edição do dia 13 de março, no dia 4 de março o vereador rio-pardense Henrique Torres (PSDB) foi até São Paulo, na Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU), se reunir com o presidente, Reinaldo Iapequino.

O principal assunto abordado entre os dois, foi sobre a situação do Conjunto Habitacional Dionísio Guedes, onde dezenas de moradores estão com suas parcelas em atraso e correndo o risco de perder os imóveis. “Solicitei ao presidente da CDHU para que trate a questão com carinho e analise a possiblidade dos mutuários em atraso conseguirem aderir a novos planos de renegociação, com juros zero”, disse, naquela ocasião, Henrique Torres, que está acompanhando a questão.

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