domingo , 22 setembro 2019
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4.500 animais já foram vacinados na cidade

Meta da Zoonoses é vacinar o dobro desse total até o dia 8 de setembro, quando encerra a parte urbana

O trabalho de vacinação antirrábica realizado pela Zoonoses começou na zona urbana no dia 9 de agosto e permanecerá até o dia 8 de setembro. Pouco mais de 4.500 cães e gastos já receberam a vacina e a meta é vacinar pelo menos o dobro disso na cidade, retornando depois para a zona urbana do município.

“Esse ano a campanha de vacinação antirrábica está sendo desenvolvida da melhor maneira possível. Fomos elogiados pela Câmara Municipal através dos vereadores, com uma moção de congratulações pelo trabalho feito até agora. Isso valorizou muito a equipe e os funcionários, nos dá forças para continuar, já que a raiva é uma doença fatal”, destaca o chefe de seção da Zoonoses, Luís Fernando Nogueira.

“Até o momento vacinamos um pouco mais de 4.500 cães e gatos, e a expectativa é que possamos vacinar praticamente o dobro disso. É importante lembrar que após o término da campanha na zona urbana, vamos retornar a zona rural para continuar o trabalho”, confirmou a veterinária Bruna, que acompanha a equipe nos serviços de vacinação.

“Quero pedir que a população compareça aos pontos de vacinação, porque a raiva é uma doença fatal que acomete os mamíferos, como cães, gatos, bovinos, equinos. Frisando que nossa campanha é para cães e gatos, e a única forma de prevenção é a vacinação”, continuou, lembrando que os animais devem ser vacinados a partir dos três meses de idade.

Cuidados

“É muito importante que as pessoas levem os animais com coleiras ou guias. Quanto aos animais maiores e agressivos, pedimos que estejam com focinheira para evitar agressão e mordidas. Pedimos para que evitem que as crianças levem os animais. Acontece muito isso, dos pais pedirem para a criança comparecer até o local, e isso pode gerar agressão do animal com a criança, visto que no local terá mais de um bichinho, o que pode torna-los agressivos. Pedimos que levem os gatos em gaiolinhas ou caixas de transporte para que se evite confusão no momento”, solicita.

Segundo Bruna, todo material utilizado é descartado corretamente. “Temos o controle de temperatura das vacinas, é algo muito seguro. Algumas pessoas perguntam se podem comprar a vacina e dar em casa. Mas ela não é vendida e não é recomendável dar em casa por diversos motivos. Desde a aplicação, que se for feita de maneira errada pode trazer consequências aos animais, até a temperatura incorreta da dose, que pode fazer perder a eficácia”, encerra.

Chefe de seção da Zoonoses, Luís Fernando Nogueira, e a veterinária Bruna

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