sábado , 16 outubro 2021
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Dono de TV é condenado por abusar da própria filha

Abusos começaram quando ela tinha 8 anos de idade, mas só vieram à tona 17 anos depois, após descoberta de imagens

A Justiça de Poços de Caldas condenou, na última segunda-feira, 13, um empresário de 73 anos de idade, acusado de estuprar a própria filha. A mulher, que hoje está com 25 anos de idade, era abusada desde que tinha 8 anos de idade, segundo o inquérito policial que embasou a investigação.

O caso ficou famoso na cidade mineira, porque o condenado é dono de um canal de TV e da maior fábrica de cristais da américa latina. Homem influente, bastante conhecido no meio empresarial, tinha forte atuação na política de Poços de Caldas.

O empresário foi preso em 16 de março deste ano, quando as investigações sobre o caso também avançaram, depois que a mãe da vítima descobriu um pendrive com imagens gravadas pela própria filha, sendo abusada pelo pai. O equipamento estava escondido em uma cortina, a mãe desconfiou e resolveu abrir as imagens.

Passada a descoberta, mãe e filha resolveram denunciar o caso à polícia. E desde então o caso seguiu em segredo de justiça, até a decisão desta segunda-feira.

Reprodução: TV RECORD – Em março deste ano, a jovem decidiu denunciar o caso

Outros casos

Em uma entrevista que deu ao repórter Roberto Cabrini, da TV Record, em março deste ano, a jovem relatou que os abusos começaram quando ela tinha 8 anos, mas ela disse que não entendia que o pai estava abusando dela.

A jovem disse ainda que o pai a obrigava, fazendo ameaças de tirá-la da mãe e leva-la embora para os Estados Unidos. Ela afirmou que os abusos ocorreram inclusive quando ela engravidou de um ex-namorado. E conta que teve medo porque o pai a ameaçava de morte.

Há cerca de três anos, encorajara por um amigo, ela decidiu gravar as imagens dos abusos.

Após a prisão preventiva do empresário, em março, outras vítimas resolveram se pronunciar, narrando inclusive casos de perseguição. Novas denúncias foram juntadas ao processo, complicando ainda mais a vida do empresário. As provas robustas resultaram na condenação, a 25 anos de prisão.

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