domingo , 18 agosto 2019
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Amélia Queiroz, responsável pelo planejamento do projeto ‘Município 2050’

‘Rio Pardo 2050’ entra agora na fase de captação de verba

Planejamento será pago pela inciativa privada, diz Amélia Queiroz, da Agência responsável

As ações para a implantação do programa Município 2050 continuam em São José do Rio Pardo. A responsável pela Agência de Desenvolvimento Regional Leste Paulista e Sul de Minas, Amélia Queiroz, veio novamente à cidade na terça-feira, dia 30, visitou a Prefeitura e a Câmara Municipal para tratar do assunto.

“No Município 2050 é discutido o que vai ser feito para o futuro da cidade, desde hoje até daqui a 30 anos em todos os aspectos, e o objetivo é geração de emprego e renda. Precisamos da participação de todas as instituições, no caso a Prefeitura, poder público, a Câmara, os empresários, a juventude e a população”, reitera Amélia, lembrando o que já havia mencionado em suas vindas anteriores ao município.

Apoio

“Essa é a segunda vez que venho até a Câmara para convidar os vereadores a participarem desse projeto. Outra questão importante que sempre ressaltamos é que esse projeto não pode ser partidário, ele tem que ter o apoio e envolvimento de todo mundo. Ou seja, o partido desse projeto é São José do Rio Pardo”, destaca.

Segundo Amélia, é preciso captar recursos para pagar a execução do projeto. “Ele vai ser pago pela iniciativa privada, empresários, pelas instituições que vão se cotizar para isso. Pedimos e estamos vendo a possibilidade da Câmara Municipal ceder um valor para ajudar na composição do total que vai remunerar o projeto”.

Municípios

“Outros municípios como São João da Boa Vista, Mococa, Tambaú, Guaxupé, já utilizam o plano 2050. Mogi Guaçu e Mogi Mirim definiram que também vão aderir. A ideia é que em um curto espaço de tempo, ou seja, em dois anos, esses nossos municípios vizinhos tenham os seus planos de cidade e a gente consiga olhar para os planos municipais e fazer um grande projeto regional para que possamos receber mais recursos, mais investimentos e mais empresas para geração de emprego e renda”, afirma.

Rio Pardo 2050

“São José está na fase de captar o recurso. As instituições já aprovaram e agora precisamos do recurso para começar. Para contratar os técnicos. Meu sentimento é que Rio Pardo 2050 já é uma realidade, o que está faltando agora é a velocidade na captação de recursos para começarmos o mais rápido possível”, encerra.

Entrevista: Luis Henrique Tobias

Texto: Júlia Sartori

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