segunda-feira , 16 dezembro 2019
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( Imagem ilustrativa da internet)

‘Dinheiro de multa é para ser utilizado no trânsito’

Frase é do secretário de Segurança e Trânsito, José Fernando Folharini

Na sexta-feira, dia 1º de novembro, o Diário Oficial da Prefeitura divulgou 378 multas aplicadas pela Guarda Civil Municipal, no período de julho a setembro, uma média de 6 multas por dia – bem inferior à média anterior, que era de 18 multas diárias. Algumas pessoas fizeram postagens em redes sociais reclamando da quantidade de multas, afirmando que são feitas apenas para ‘tirar dinheiro do cidadão’.

Por conta disso, José Fernando Folharini, secretário de segurança e trânsito, voltou a ser procurado esta semana pelo repórter Luis Fernando Benedito. Folharini foi questionado sobre o destino dado ao dinheiro que vem sendo arrecadado através das multas em São José do Rio Pardo.

“O dinheiro da multa é carimbado, só pode ser usado no trânsito. Obviamente quando ele começar a retornar para o caixa da Prefeitura, quem vai administrar esse dinheiro é a Secretaria de Segurança e Trânsito.  Ele será utilizado para aquisição de placas, muitas estão enferrujadas, foram colocadas há dez anos. Na época não havia muita verba para isso. Além disso, o dinheiro vai para cuidar dos postes, tintas e semáforos. Estamos com uma ideia de fazer um sistema semafórico novo para São José, via satélite. Tudo isso está sendo planejado há mais de anos, mas não temos condições financeiras para isso agora”, afirma.

“A partir do momento que esse dinheiro das multas for revertido para os caixas da administração pública, nós vamos direcionar para a melhoria do sistema viário da cidade. Dinheiro de multa, é para ser usado no trânsito”, completa.

Rumores

“Tem gente falando tanta besteira em rede social, pessoa que usa o cartão do avô para poder parar na vaga de idoso. Essas pessoas não tem moral para falar. Os outros que não sabem da história, acham que o cara está certo. A pessoa que faz isso está cometendo um crime, de falsidade ideológica, está usando o documento de outra pessoa para benefício próprio. As pessoas entram na pilha dos outros sem saber a verdade”, comenta Folharini.

“Atrás de nós tem um Tribunal de Contas. Passei quatro anos na gestão do prefeito João Luis Cunha, e saí sem nenhum processo. Não temos estrutura o suficiente e mesmo assim estamos conseguindo fazer um bom trabalho. Estamos sendo cumprimentados pelos honestos, e criticados pelos espertalhões. Mas seguiremos fazendo nosso trabalho”, conclui.


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