domingo , 19 maio 2024
Início / Brasil & Mundo / A Casa do Porco é o melhor restaurante brasileiro da América Latina

A Casa do Porco é o melhor restaurante brasileiro da América Latina

A Casa do Porco, restaurante paulistano comandado pelo rio-pardense Jefferson Rueda e a sócia Janaína Torres Rueda, ficou em 4º colocado no ranking de melhores restaurantes da América Latina, o Latin America’s 50 Best Restaurants. A cerimônia de premiação ocorreu pela primeira vez no Brasil, no Copacabana Palace, na Zona Sul do Rio de Janeiro, na noite de terça-feira (28).

Imagem: Reprodução Instagram

Ao todo, 17 restaurantes brasileiros apareceram entre os melhores da América Latina: sendo 11 em São Paulo, 4 do Rio de Janeiro, 1 de Salvador e 1 de Curitiba.

O Latin America’s 50 Best Restaurants é organizado pela empresa do setor de alimentos William Reed.

A premiação escolheu o peruano Maido como o melhor restaurante da América Latina em 2023.

Espaço concorrido

Imagem: Reprodução Instagram

O restaurante administrado pelos chefes Janaína Torres Rueda e Jefferson Rueda fica no bairro da República, no centro de São Paulo. Focado em degustação com carne de porco e legumes do Sítio Rueda, o restaurante está aberto desde 2015.

É preciso ter paciência para conhecer o espaço no centro da capital paulistana. As reservas devem ser feitas com bastante antecedência, mas antecedência mesmo. São pelo menos 90 dias, caso queira uma mesa no interior do restaurante. Aos fins de semana, as filas de espera podem chegar a três horas.

Além da premiação Latin America’s 50 Best Restaurants, no ano passado o restaurante A Casa do Porco, ficou na 7ª posição entre os melhores do mundo e neste ano permaneceu em 12º nesse ranking.

Confira a lista do top 50, no Latin America’s 50 Best Restaurants
1º: Maido, de Lima, no Peru
2º: El Chato, de Bogotá, na Colômbia
3º: Don Julio, de Buenos Aires, na Argentina
4º: A Casa do Porco, de São Paulo, no Brasil
5º: Fauna, de Valle de Guadalupe, no México
6º: Maito, da Cidade do Panamá, no Panamá
7º: Kjolle, de Lima, no Peru
8º: Leo, de Bogotá, na Colômbia
9º: Boragó, de Santiago, no Chile
10º: Mayta, de Lima, no Peru
11º: Nuema, de Quito, no Equador
12º: Quintonil, da Cidade do México, no México (The Highest Climber Award patrocinado por Alaska Seafood)
13º: Mérito, de Lima, no Peru
14º: Lasai, do Rio de Janeiro, no Brasil
15º: Pujol, da Cidade do México, no México
16º: Celele, de Cartagena, na Colômbia
17º: El Preferido de Palermo, de Buenos Aires, na Argentina
18º: Metzi, de São Paulo, no Brasil
19º: Villa Torél, de Ensenada, no México
20º: Oteque, do Rio de Janeiro, no Brasil
21º: Nelita, de São Paulo, no Brasil
22º: Evvai, de São Paulo, no Brasil
23º: Gustu, de La Paz, na Bolívia
24º: Sublime, da Cidade da Guatemala, na Guatemala
25º: Cantina del Tigre, da Cidade do Panamá, no Panamá
26º: Gran Dabbang, de Buenos Aires, na Argentina
27º: X.O., de Medelín, na Colômbia
28º: Arca, de Tulum, no México
29º: Pangea, de Monterrey, no México
30º: Julia, de Buenos Aires, na Argentina
31º: Sud 777, da Cidade do México, no México
32º: Mishiguene, de Buenos Aires, na Argentina
33º: Osso, de Lima, no Peru
34º: Maní, de São Paulo, no Brasil
35º: Manu, de Curitiba, no Brasil
36º: Rosetta, da Cidade do México, no México
37º: Alcalde, de Guadalajara, no México
38º: Alo’s, de Buenos Aires, no Peru
39º: Mil, de Moray, no Peru
40º: Le Chique, de Cancún, no México
41º: Crizia, de Buenos Aires, na Argentina
42º: La Mar, de Lima, no Peru
43º: Niño Gordo, de Buenos Aires, na Argentina
44º: Humo Negro, de Bogotá, na Colômbia
45º: Parador La Huella, de José Ignacio, no Uruguai
46º: Rafael, de Lima, no Peru
47º: Sikwa, de San José, na Costa Rica
48º: La Docena, da Cidade do México, no México
49º: Mercado 24, da Cidade da Guatemala, na Guatemala
50º: Cosme, de Lima, no Peru

Confira também

Encontramos em São José: o último índio!

Ele afirma que os demais familiares evitam mencionar a ancestralidade por conta do preconceito Por …

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *