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25-07-2011 - 08:48:36
Mural
Caça ao voto
Alguns partidos políticos locais estão em busca de bons nomes para compor seus quadros de candidatos à eleição de vereador para 2012. E existe um consenso entre muitas lideranças de diferentes legendas: querem pessoas com qualidade política e não “vaquinhas de presépios”. Querem gente que não seja manipulável, que tenha ideias próprias e que não esqueça os interesses do povo em troca de seus próprios interesses.

Aditivos podres
Na esfera federal, a partir do escândalo no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) descobriram que os tais “termos aditivos de contratos” podem ser fontes de maracutais e desvios do dinheiro público para beneficiar empreiteiros, partidos ou políticos. As empresas ganham licitações a preços baixos e, depois que começam a executar os serviços, pedem reajuste nos contratos. Os termos aditivos são feitos também em muitas prefeituras.

Cartão postal
Crianças e adultos pedindo dinheiro em portas de bancos, supermercados e mesmo de porta em porta nos bairros; canil sem a menor estrutura para abrigar os animais ali recolhidos; assaltos a mão armada no centro; recentes casos de idosos maltratados (abandonados pelos filhos e pelo poder público); banheiros públicos em condições vergonhosas; médicos caindo fora do Convênio Médico dos Servidores por medo de não receberem pelos serviços prestados. Estas e outras mais, estamos em São José do Rio Pardo.

Nega e libera
Não foi a empresa Tuga que “subiu” a tarifa do ônibus urbano de R$ 1,95 para R$ 2,10. Funciona assim: a empresa repassa à Prefeitura um pedido de reajuste e isto somente acontece se houver autorização do prefeito. E foi o que ocorreu, ou seja, o prefeito autorizou o aumento. Vale recordar que o mesmo prefeito não deu aumento salarial aos servidores municipais neste ano mas permitiu reajuste de quase 7,7% no transporte urbano, que continua com seus pontos desconfortáveis e cada vez mais precários.

Mãe de aluno
A mãe de um aluno do Colégio Objetivo de São José do Rio Pardo, que está encerrando atividades no município, enviou e-mail ao jornal dizendo estar indignada. Segundo ela, o proprietário do Objetivo não estaria concordando em fornecer os históricos escolares dos alunos, que estão em fase de transferência para outras escolas particulares locais, e também não estaria tratando adequadamente os ex-estudantes e professores do Objetivo. Esta, porém, não foi a versão do proprietário, na edição em que o jornal o ouviu. A mãe desse aluno, no entanto, disse que os pais querem justiça e a preservação dos direitos de seus filhos. Comenta-se que o Ministério Público já teria sido acionado.

Vai finalizar
A assessoria de imprensa da Prefeitura enviou release esta semana assegurando que “em breve o novo terminal de ônibus do Vale do Redentor estará finalizado”. Como a Gazeta divulgou há poucos dias, as obras no local estão totalmente paradas há um certo tempo, sem contar as que, tendo sido feitas em gestões passadas, estão totalmente abandonadas pela atual Administração. A assessoria, de qualquer forma, diz ter ouvido o secretário municipal de Obras, Marco Aurélio Feltran, e este garantiu que a empresa Só Constrói Construção Civil e Edificação Ltda., de Mococa, responsável pelo terminal no Vale, “estará fixando (em breve) a estrutura metálica da cobertura e realizando os arremates finais”.

Não finalizou
Em tempo: Marco Aurélio também havia previsto que até o final de 2010 as obras da rede de esgoto no Distrito Industrial estariam concluídas e as ruas pavimentadas. Já estamos no final de julho de 2011 e até agora o serviço continua incompleto, as ruas empoeiradas e a pavimentação não ocorreu.

Muitas extras
Segundo informações da Câmara, no primeiro semestre deste ano foram realizadas 21 sessões ordinárias e 22 extraordinárias, além de solenidades e audiências públicas, entre outras atividades. Essa quantidade de reuniões extras mostra o quanto o prefeito as solicitou para votações urgentes de projetos de lei.

Notícias ruins

São José do Rio Pardo foi notícia esta semana na EPTV em pelo menos duas ocasiões: a do assassinato ocorrido há mais de um ano em uma fazenda do município e a do idoso que teria sido abandonado pela família numa casa em precárias condições de higiene. Estas não são, definitivamente, as notícias que os rio-pardenses gostariam de ver numa emissora afiliada à Globo. Não que a emissora tenha culpa, mas dá a impressão que a cidade, ultimamente, só tem tragédias...




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