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Postos voltam a ter movimento normal

Postos voltam a ter movimento normal

Na terça e na quarta-feira o congestionamento de veículos foi igual ao ocorrido anteriormente

 

Depois da repetição, no início desta semana, das enormes filas de automóveis verificadas na semana anterior, quando a greve dos caminhoneiros estava só começando, os postos de combustíveis de São José do Rio Pardo voltaram a receber movimento normal de carros a partir do feriado de quinta-feira, dia 31. Todos os postos que estavam fechados por falta de produto voltaram a funcionar, mas os preços da gasolina e do álcool estão um pouco mais caros do que quando a greve começou. O diesel, porém, está mais barato.

Até a última quarta-feira, véspera do feriado, bastava alguém divulgar que em determinado posto havia chegado um carregamento de combustível e logo o congestionamento de carros ia sendo formado, durando várias horas e repetindo o que já havia ocorrido no início da greve.

A primeira fila ocorrida esta semana foi na terça-feira, dia 29, para abastecimento de etanol em dois postos de combustíveis, ambos da rede Maga. Diesel e gasolina não foram encontrados na cidade naquele dia em posto algum. Na manhã daquele dia o congestionamento começou na Avenida Independência e foi até o posto da Avenida Brasil.

Funcionários do posto disseram à Gazeta do Rio Pardo que foram colocados à disposição dos motoristas naquela manhã 30 mil litros de etanol. A quantidade não estava sendo limitada no estabelecimento por carro e o combustível acabou rapidamente. Alguns motoristas que estavam na Avenida Brasil ficaram na fila entre 40 minutos a uma 1 hora e 30 minutos para conseguir chegar às bombas do posto.

O segundo congestionamento de veículos naquela terça-feira foi ainda mais impressionante e aconteceu no período da tarde, em direção ao posto localizado na avenida Perimetral. O estabelecimento também estava fornecendo somente álcool aos motoristas. O repórter Luis Fernando esteve no local e foi informado de que um caminhão-tanque chegaria com mais combustível.

Na quarta-feira, dia 30, foi a vez do posto R3 Taurus receber um carregamento de combustível e atender centenas de veículos, inclusive de outras cidades. O proprietário Rondinelli Júnior explicou ao jornal que os frentistas abasteceram apenas os carros e não quem estava com galão. Disse também que no dia seguinte aguardava a chegada de outro caminhão com combustível, o que se confirmou.

Na contramão e em fila intermitente, carros iam ao posto da Perimetral para abastecer

 

Na quarta-feira, dia 30, a fila de carros foi para abastecer no posto R3, que recebeu um carregamento

 

 

Hortifrutis e gás de cozinha começam a voltar na cidade

O desabastecimento de mercadorias ficou evidente nos supermercados de São José do Rio Pardo e nos revendedores de gás de cozinha durante a paralisação, mas, aos poucos, o problema começa a desaparecer. No Supermercado Dia, por exemplo, as gôndolas de hortifrútis foram as mais afetadas e ficaram praticamente vazias nos dias finais da greve, já que o estabelecimento depende de caminhões de outras cidades. Nas lojas do Supermercado Fonseca, assim como no Supermercado Ideal, o setor dos pães de forma e bolos industrializados oriundos de vários fabricantes foi muito afetado.

Houve muita gente que ficou sem gás de cozinha e há informações, não confirmadas, de pessoas que pagaram até R$ 150 por um botijão cheio. No fechamento desta edição, dia 1º de junho, a maioria dos revendedores de gás estava reabastecido e o preço ao consumidor era o mesmo de antes da greve: R$ 75 por botijão de 20 quilos. Pequenas variações eram decorrentes do pagamento à vista ou a prazo.

 

Tuga volta aos horários normais segunda-feira

Eduardo Nasser, diretor da Tuga, empresa de transportes urbanos em São José do Rio Pardo, Guaxupé e Espírito Santo do Pinhal, disse ao jornal que o movimento dos ônibus voltará ao normal em São José nesta segunda-feira, 4 de junho. Na quinta-feira, 31 de maio, sua frota em São José estava toda reabastecida, mas um terço dela permaneceu na garagem por redução de horários.

“Fomos talvez a única cidade da região que circulou com 70% da frota de ônibus urbanos durante toda a greve”, assegurou o diretor. “Considero isso uma grande vitória”, concluiu, agradecendo a população rio-pardense pela compreensão.

 

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