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Gaeco prende casal vinculado ao PCC na avenida dos Lírios

Gaeco prende casal vinculado ao PCC na avenida dos Lírios

Um casal que vendia bebidas na Avenida dos Lírios em São José do Rio Pardo foi preso esta semana pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e pela Polícia Militar do Estado de São Paulo. O casal, ligado à facção criminosa PCC, é acusado de distribuição de drogas a outros traficantes e coordenação do auxílio financeiro para famílias de presos da facção. O Ministério Público apura agora se o depósito de bebidas que eles tinham na avenida dos Lírios estaria sendo usado para lavar dinheiro oriundo do tráfico.

A prisão do casal em São José fez parte da Operação Saturação, deflagrado pela Promotoria de Justiça de Leme com apoio do Gaeco de Piracicaba e Polícia Militar. O objetivo foi desarticular indivíduos ligados à facção criminosa PCC, responsáveis pela distribuição e entrega ao consumo de drogas na cidade de Leme e região. No curso da investigação foram apurados o envolvimento de diversas pessoas com o tráfico de drogas, incluindo os de São José do Rio Pardo, que tinham o depósito de bebidas na Avenida dos Lírios.

Alexandre de Andrade Pereira, Promotor de Justiça do Gaeco de Piracicaba, explicou à Gazeta do Rio Pardo nesta sexta-feira, 27 de abril, que “dentre as pessoas detidas está RASL, responsável pela distribuição de drogas para outros traficantes e por coordenar auxílio financeiro para famílias de presos da facção, além do companheiro dela CNP”. Disse ainda que foi expedido mandado de prisão para PCRL, que está agora detido na penitenciária de Itirapina e que gerenciava o tráfico de drogas com auxílio de sua filha PRL e do marido dela JDVS.

A Justiça de Leme, segundo o promotor, decretou ao todo a prisão de 14 (catorze) pessoas nas cidades de Leme, Mococa, São José do Rio Pardo e Sumaré. Até às 16 horas do dia 27 foram cumpridos onze mandados de prisão. “A investigada RASL também era empresária na cidade de São José do Rio Pardo (proprietária de depósito de bebidas). O Ministério Público pretende agora apurar se a empresa estava sendo utilizada para lavar dinheiro oriundo do tráfico”, concluiu o promotor.

 

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